Marquês de Pombal e Conservatório: dois pesos e duas medidas

Embora por diferentes motivos, as duas escolas queixam-se da falta de condições da Secundária Marquês de Pombal. Apesar disso, ambas ressalvam a boa coexistência e cooperação entre as comunidades escolares.

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Foi como saltar da frigideira para o lume. Face à falta de condições do edifício onde funcionava o Conservatório, os alunos mudaram-se para a Escola Secundária Marquês de Pombal. Mas ali encontraram novamente instalações degradadas, sem condições e com problemas de sonoridade. Estas duas comunidades escolares, à partida tão diferentes, venceram e diversidade e integraram-se. Apesar das injustiças persistirem: só uns tiveram direito a instalações renovadas.

A Escola Secundária Marquês de Pombal (ESMP) foi inaugurada em 1962 no actual edifício, em Belém, mas não sofre obras de intervenção profundas desde essa data. Outrora a maior escola técnica da Península Ibérica, dá hoje sinais de infiltrações e humidade em todas as oficinas onde se dão aulas de mecânica e electricidade, à excepção das três que estão agora a ser ocupadas pela Escola Artística de Música do Conservatório Nacional (EAMCN), e que sofreram intervenção aquando da mudança do Conservatório para a Marquês de Pombal. Um “realojamento” necessário para que tivesse finalmente lugar as obras ao edifício na Rua dos Caetanos, no Bairro Alto, onde a música era ensinada desde 1835.

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Foi como saltar da frigideira para o lume. Face à falta de condições do edifício onde funcionava o Conservatório, os alunos mudaram-se para a Escola Secundária Marquês de Pombal. Mas ali encontraram novamente instalações degradadas, sem condições e com problemas de sonoridade. Estas duas comunidades escolares, à partida tão diferentes, venceram e diversidade e integraram-se. Apesar das injustiças persistirem: só uns tiveram direito a instalações renovadas.

A Escola Secundária Marquês de Pombal (ESMP) foi inaugurada em 1962 no actual edifício, em Belém, mas não sofre obras de intervenção profundas desde essa data. Outrora a maior escola técnica da Península Ibérica, dá hoje sinais de infiltrações e humidade em todas as oficinas onde se dão aulas de mecânica e electricidade, à excepção das três que estão agora a ser ocupadas pela Escola Artística de Música do Conservatório Nacional (EAMCN), e que sofreram intervenção aquando da mudança do Conservatório para a Marquês de Pombal. Um “realojamento” necessário para que tivesse finalmente lugar as obras ao edifício na Rua dos Caetanos, no Bairro Alto, onde a música era ensinada desde 1835.