Pequim e Bruxelas em campos opostos no apoio a Maduro na Venezuela

O interesse da China no prolongamento do regime de Caracas tem menos de ideológico e mais de económico e político.

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LUSA/YOAN VALAT

As atenções estão centradas nas divergências em torno das questões de comércio e investimento, mas a agenda da cimeira UE-China inclui outros pontos, que não sendo necessariamente de disputa ou confronto, mantêm os dois blocos em lados opostos. Um deles tem a ver com a discussão da crise política na Venezuela: a União Europeia (UE) tem insistido que uma solução para o actual impasse passa obrigatoriamente pela realização de novas eleições presidenciais justas e transparentes, enquanto a China tem sido uma das potências (ao lado da Rússia) que mais defendem a manutenção do regime de Nicolás Maduro.

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