Biodiversidade

O descanso dos flamingos e outras cenas do quotidiano no parque de Amboseli, no Quénia

É um ecossistema único e para a sua protecção foi tornado parque nacional em 1974 e Reserva da Biosfera pela UNESCO em 1991.

O descanso dos flamingos Reuters/BAZ RATNER
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O descanso dos flamingos Reuters/BAZ RATNER

Tem fama de ser um dos melhores sítios para se conseguir a fotografia perfeita do monte Kilimanjaro, o mais alto do continente africano. E é também um dos melhores sítios do mundo para se ver elefantes bem de perto. Situado na fronteira entre o Quénia e a Tanzânia, o Parque Nacional de Amboseli serve também de lar a gnus, zebras, hienas, chitas, girafas e búfalos, entre outras espécies.

É um ecossistema único e, para a sua protecção, foi tornado parque nacional em 1974 e Reserva da Biosfera pela UNESCO em 1991. Este parque protege cinco dos principais pântanos do Quénia e um lago seco que data do Pleistoceno.

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Uma hiena descansa, no Parque Nacional de Amboseli
Uma hiena descansa, no Parque Nacional de Amboseli Reuters/BAZ RATNER
Alguns elefantes brincam na lama
Alguns elefantes brincam na lama Reuters/BAZ RATNER
Duas hienas bebem de um lago
Duas hienas bebem de um lago Reuters/BAZ RATNER
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Dois elefantes lutam
Dois elefantes lutam Reuters/BAZ RATNER
Vários gnus refrescam-se num lago
Vários gnus refrescam-se num lago Reuters/BAZ RATNER
Um elefante cobre-se de lama
Um elefante cobre-se de lama Reuters/BAZ RATNER
Um elefantes e uma zebra, ao longe, um remoinho
Um elefantes e uma zebra, ao longe, um remoinho Reuters/BAZ RATNER