Greenpeace

As razões para proteger a Antárctida estão à vista

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A Greenpeace foi à Antárctida recolher provas das "vulnerabilidades da região"; o fotógrafo da Reuters, para "revelar a sua beleza". Mas Alexandre Meneghini é taxativo: "Nenhuma das minhas fotografias faz jus à experiência de ver tudo isto em pessoa", escreve, no relato da viagem. E, por muito belas que sejam, não conseguem ignorar alguns dos problemas que afectam a região. "Como a minha viagem longa provou, a Antárctida fica longe da civilização. Mas não está intocada." O fotógrafo brasileiro acompanhou a expedição da organização mundial, que começou em Punta Arenas, Chile, a bordo do Arctic Sunrise, com o objectivo de sustentar a proposta da União Europeia sobre a necessidade de criar a maior área protegida do planeta, um total de 1,8 milhões de quilómetros quadrados. O objectivo é criar um santuário onde a vida marítima esteja protegida da pesca industrial, principalmente de krill, uma espécie de mini camarões que serve de sustento à maior parte das espécies marinhas nesta fotogaleria.