As 17 pessoas e quatro empresas acusadas no processo relativo aos vistos gold

Lista de arguidos no processo.

Miguel Macedo (ex-ministro da Administração Interna): três crimes de prevaricação de titular de cargo político e um crime de tráfico de influência.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Miguel Macedo (ex-ministro da Administração Interna): três crimes de prevaricação de titular de cargo político e um crime de tráfico de influência.

António Figueiredo (ex-director do Instituto de Registos e Notariado — IRN): três de corrupção passiva e um de activa, dois de recebimento indevido de vantagem, um de peculato de uso, três de tráfico de influência, um de prevaricação e um de branqueamento de capitais.

Manuel Jarmela Palos (ex-director do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras): um crime de corrupção passiva e dois de prevaricação.
Maria Antónia Anes (ex-secretária do Ministério da Justiça): corrupção activa para a prática de acto ilícito, corrupção passiva para a prática de acto ilícito e dois crimes de tráfico de influência.

Paulo Lalanda de Castro (empresário da indústria farmacêutica): dois crimes de tráfico de influência.

Eliseu Bumba (secretário do Consulado-Geral de Angola em Portugal): um crime de corrupção activa.

Zhu Xiaodong: um crime de corrupção activa e um crime de tráfico de influência.

Zhu Baoe: um crime de corrupção activa e um crime de tráfico de influência.

Xia Baoling: um crime de corrupção activa e um crime de tráfico de influência.

Paulo Eliseu (funcionário do IRN): um crime de corrupção passiva.

Paulo Vieira (funcionário do IRN): um crime de corrupção passiva.

José Manuel Gonçalves (funcionário do IRN): um crime de corrupção passiva.

Elisa Alves (funcionária do IRN): um crime de corrupção passiva.

Abílio Silva (funcionário do IRN): um crime de corrupção passiva e um crime de recebimento indevido de vantagem praticado em co-autoria com António Figueiredo.

João Salgado (Coimbra Editora): um crime de recebimento indevido de vantagem.

Fernando Pereira (primo de António Figueiredo): um crime de branqueamento de capitais.

 

Empresas:

Lusomerap, Consulting: um crime de corrupção activa.

Formallize. Lda: um crime de corrupção passiva.

Intelligent Life Solutions — Produtos e Soluções na Área da Saúde. Lda: tráfico de influência.

JAG — Consultoria e Gestão, Lda: tráfico de influência.