Ministra das Finanças pede “mais eficiência” ao ensino superior

Maria Luís Albuquerque diz que ensino superior também tem de se adaptar às "fortíssimas restrições"

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Para a ministra das Finanças, Portugal ainda terá de "perceber as vantagens e desvantagens" de sair do programa da troika "com ou sem apoio" Nuno Ferreira Santos

Sublinhando que "o ensino superior, como todas as outras áreas, vive num país que tem fortíssimas restrições de recursos e deve adaptar-se", Maria Luís Albuquerque notou que tal não lhe tira importância. Aliás, acrescentou, o facto de ser ensino superior dá-lhe uma responsabilidade acrescida porque se está a falar das elites do país, que "devem ser os primeiros a compreender as dificuldades e a estar do lado de quem as quer resolver".

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Sublinhando que "o ensino superior, como todas as outras áreas, vive num país que tem fortíssimas restrições de recursos e deve adaptar-se", Maria Luís Albuquerque notou que tal não lhe tira importância. Aliás, acrescentou, o facto de ser ensino superior dá-lhe uma responsabilidade acrescida porque se está a falar das elites do país, que "devem ser os primeiros a compreender as dificuldades e a estar do lado de quem as quer resolver".

Maria Luís Albuquerque referiu ainda que ao ensino superior e generalidade das áreas em que há uma intervenção pública, "é pedido que sejam mais eficientes, que consigam produzir mais e melhores resultados com recursos mais reduzidos que obrigam também a uma melhor gestão".
"O ensino superior tem uma extraordinária importância, tem tido uma evolução fantástica, todos os dias temos notícias de como o nosso ensino superior está a ganhar reconhecimento internacional e tem também um enorme palco mediático, que faz com que aquilo que parece ser não seja necessariamente aquilo que é", acrescentou.