Independentismo na Catalunha

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Guardia Civil deteve 13 dirigentes envolvidos na organização do referendo. Rajoy pede ao presidente da Generalitat que "recue" e "cumpra a lei".

  • No fim-de-semana das festas de La Mercè em Barcelona, "com toda a cidade na rua, qualquer actuação da Guarda Civil pode resultar em tragédia”. Madrid enviou 6000 reforços policiais para a região.

  • Responsáveis da Generalitat detidos são acusados de "insurreição". Associações pró-independência prometem não sair das ruas e já há um pré-aviso de greve geral a partir de 3 de Outubro.

  • Se o referendo for desconvocado, socialistas querem discutir alterações à Constituição. Madrid admite negociar com a Catalunha “o sistema de financiamento e outras questões”.

  • Polícia da Generalitat abriu corredor de passagem para os guardas civis saírem do Departamento de Economia. Confrontos fizeram feridos entre os manifestantes.

  • Contando com apoios que não teve, o governo catalão quis forçar o embate com o governo de Madrid. Sem sucesso.

  • O referendo não se realizará. Mas o “processo” não acaba aqui. E as derrotas não são necessariamente negativas para os independentistas

  • Pelo menos 13 membros da Generalitat foram detidos. Líderes catalães dizem que o Governo central “suspendeu, de facto, a autonomia catalã”. Rajoy pede aos independentistas que "evitem males maiores".