O índice de acções S&P500, que mede a evolução das cotações das 500 maiores empresas americanas que se podem transaccionar no mercado, estava nos 1285 pontos há um ano e fechou ontem nos 1622. É uma subida de 26% que deveria representar um bom desempenho da economia, mas há cada vez mais dúvidas que assim seja e que esta valorização só traduza um desequilíbrio entre a oferta e a procura de mercado, provocado em grande medida pela política monetária que tem sido seguida pela Reserva Federal Americana. A dúvida é se esta situação se vai manter e as acções vão continuar a subir ou se o mais certo é termos uma correcção um dia destes.

  • O índice de acções S&P500, que mede a evolução das cotações das 500 maiores empresas americanas que se podem transaccionar no mercado, estava nos 1285 pontos há um ano e fechou ontem nos 1622. É uma subida de 26% que deveria representar um bom desempenho da economia, mas há cada vez mais dúvidas que assim seja e que esta valorização só traduza um desequilíbrio entre a oferta e a procura de mercado, provocado em grande medida pela política monetária que tem sido seguida pela Reserva Federal Americana. A dúvida é se esta situação se vai manter e as acções vão continuar a subir ou se o mais certo é termos uma correcção um dia destes.

  • Dificuldades técnicas atrasaram arranque da sessão.

  • PSI 20 inaugura sessão a valorizar, depois de ter encerrado no vermelho na segunda-feira.

  • As principais praças abriram o dia em queda mas nos Estados Unidos o Dow Jones atingiu novo máximo histórico.

  • Queda na produção industrial da China penaliza praça asiática que fechou a perder 7,32%.

  • Principais títulos da Bolsa de Lisboa recuavam 0,50% pouco antes das nove da manhã, para 6.244,21 pontos.