Ranking das Escolas

Faça um ranking à sua medida

Exames nacionais ou oferta de actividades extra-curriculares? Proximidade a casa ou as notas que os professores dão aos alunos? Qual destes aspectos pesa mais na escolha da escola ideal para os seus filhos? São seis variáveis essenciais que lhe permitem criar uma classificação personalizada das escolas em Portugal, ajustada às suas prioridades e expectativas. Descubra, de forma interactiva, qual a instituição que melhor se alinha com os critérios que valoriza.

Toque na escola para ver ficha
Ranking do PÚBLICO Nome
1.º Colégio Nossa Senhora do Rosário
2.º Colégio Efanor
3.º Colégio D. Diogo de Sousa
4.º Grande Colégio Universal
5.º Academia de Música de Santa Cecília
6.º Salesianos de Lisboa - Colégio Oficinas de São José
7.º Colégio Novo da Maia
8.º Colégio de Nossa Senhora da Paz
9.º Colégio Manuel Bernardes
10.º Colégio Bartolomeu Dias
11.º Colégio da Rainha Stª Isabel
12.º Colégio de S. Teotónio
13.º Colégio Pedro Arrupe
14.º Colégio do Sagrado Coração de Maria
15.º Colégio de Stª Doroteia
16.º Colégio Valsassina
17.º Colégio Nova Encosta
18.º Colégio Luso-Francês
19.º Colégio do Ave
20.º Colégio Paulo VI de Gondomar
21.º Colégio Moderno
22.º Colégio de S. Tomás
23.º Colégio de Nossa Senhora da Assunção
24.º Colégio de Ermesinde - Escola Católica
25.º Colégio de São João de Brito
26.º Colégio João Paulo II
27.º Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, Lisboa
28.º Externato Ribadouro
29.º Colégio do Minho
30.º St. Peter`s International School
31.º Colégio das Terras de Santa Maria
32.º Colégio Minerva
33.º Salesianos do Estoril - Escola
34.º Colégio Santo André
35.º Externato Marista de Lisboa
36.º Colégio Integrado de Monte Maior
37.º Escola Artística António Arroio, Lisboa

1 a 37 de 575 escolas

Qual é a importância que dá a cada critério?

Arraste o para atribuir diferentes pesos às variáveis.

Exames nacionais

Valorize escolas com resultados acima do normal nos exames nacionais seleccionados.

Atenção

Precisa de atribuir um peso a pelo menos um exame nacional para que esta variável entre nas contas.

Biologia e Geologia

Português

Matemática A

Física e Química A

Economia A

Geografia A

Inglês

Filosofia

MACS

História A

Geometria Descritiva A

Desenho A

Hist. da Cult. e das Artes

Matemática B

Espanhol (iniciação)

História B

Alemão

Literatura Portuguesa

Espanhol (continuação)

Francês

Notas internas

Valorize escolas com notas atribuídas pelos professores acima da média nacional. Escolas públicas são comparadas com a média das notas nas escolas públicas, escolas privadas com a média das notas nas escolas privadas. Apenas inclui disciplinas de 12.° ano.

Atenção

Precisa de atribuir um peso a pelo menos uma disciplina para que esta variável entre nas contas.

Educação Física

Português

Matemática A

Psicologia B

Biologia

Apl. Informáticas B

História A

Sociologia

Distância à sua localização

Valorize escolas mais perto da sua localização neste momento.

Superação do contexto

Valorize as escolas que conseguem superar o contexto socioeconómico em que se inserem, obtendo uma média das oito disciplinas mais concorridas acima daquilo que seria esperado para o contexto daquele agrupamento. Apenas inclui escolas públicas de Portugal Continental.

Percursos directos de sucesso

Valorize as escolas onde a taxa de conclusão no tempo esperado é mais alta do que a registada por alunos do resto do país com perfil semelhante.

Planos e actividades extra-curriculares

Valorize escolas com uma oferta educativa maior nas áreas do desporto, cidadania, arte, ciências e tecnologia, bem como escolas que apresentam planos e estratégias de combate ao insucesso e abandono escolar.

Atenção

Precisa de atribuir um peso a pelo menos um tipo de actividade. Escolas só são comparadas com outras escolas que têm os mesmos tipos de actividades.

Artes

Cidadania

Combate ao insucesso e abandono escolar

Desporto

Línguas

Ciências e tecnologias

As minhas prioridades

Exames Nacionais
0%

Notas Internas
0%

Distância
0%

Superação contexto
0%

Percursos directos sucesso
0%

PLANOS E ACTIVIDADES
0%


Como fazemos?

Na base deste trabalho está um algoritmo que articula os pesos que os leitores atribuem a seis grandes indicadores das escolas: classificações nos exames nacionais, classificações internas, a capacidade de superação face ao contexto socioeconómico, a taxa de conclusão no tempo esperado quando comparada com alunos do resto do país com perfil semelhante e a oferta de planos e actividades extra-curriculares de cada escola, assim como a respectiva localização geográfica.

Todos os dados apresentados são provenientes de bases de dados facultadas pelo Ministério da Educação, a partir das quais o PÚBLICO fez os seus cálculos.

O PÚBLICO calculou, para cada escola, o número de desvios padrões acima (ou abaixo) do valor médio de determinado indicador. Só assim foi possível combinar variáveis tão distintas com unidades de medida tão diferentes. É a estes valores que o leitor está a atribuir pesos, valorizando as variáveis que considera mais determinantes.

Sempre que uma escola não apresenta dados para determinado indicador é automaticamente excluída. Ou seja, quanto maior for o número de indicadores que o leitor decide incluir na sua análise, menor é a lista de escolas apresentadas no ranking final.

Foram tomadas opções para cada uma das seis variáveis apresentadas, estabelecendo mínimos ou determinando aquilo que fazia de uma escola elegível para ser apresentada. Importa também lembrar que três destas variáveis (notas nos exames nacionais, notas internas e actividades extra-curriculares) são aquilo que podemos chamar de variáveis compostas; ou seja, o número de desvios padrões que uma escola pode estar acima ou abaixo da média é calculado para cada uma das subvariáveis que a compõem – como os resultados de cada disciplina considerada individualmente, por exemplo.

Olhando para cada variável com mais detalhe:

Exames nacionais

É uma das variáveis compostas. O resultado apresentado combina os pesos que o leitor decidiu atribuir a cada um dos 20 exames possíveis. Os dados são os mesmos usados para construir os rankings habitualmente apresentados pelo PÚBLICO, com os mesmos critérios de elegibilidade.

À semelhança do que acontece nos rankings que habitualmente publicamos, foram também calculados mínimos de provas, de modo a evitar que uma escola surja com uma média calculada com base em apenas dois ou três alunos. Foi usado um critério semelhante para as notas internas.

Notas internas

À semelhança do que tem ocorrido em anos anteriores, o Ministério da Educação disponibilizou as notas internas dos alunos do ensino público e privado. A base de dados das notas internas públicas contempla todas as classificações que os professores atribuíram a cada aluno a frequentar o 11.º e 12.º ano nos cursos científico-humanísticos de Portugal continental. A base de dados das notas internas do ensino privado contempla apenas os alunos que foram a exame - e não todos os alunos, como é o caso da base de dados das escolas públicas - e só as notas de disciplinas do 12.º ano de escolaridade. Por isso, escolas públicas são comparadas com a média das notas nas escolas públicas, escolas privadas com a média das notas nas escolas privadas. Constam desta lista apenas as oito disciplinas.

Distância

Para este indicador, recorremos às coordenadas geográficas de cada uma das escolas e à localização do dispositivo que está a utilizar para ler o artigo. Para cada uma das escolas, o algoritmo do PÚBLICO calcula a distância, em linha recta, do ponto em que está a determinada escola. Aplicou-se a mesma regra das restantes variáveis: perante uma média de todas as distâncias, calculou-se o número de desvios padrões que determinada escola sai dessa média. O que, na prática, faz com que as escolas mais perto da sua localização sejam valorizadas.

Superação do contexto

Este indicador é resultado de cálculos feitos pelo PÚBLICO em parceria com a Católica Porto Business School. É um cálculo que já é feito há vários anos e que, na prática, procura determinar as escolas que mais se superam e as que mais ficam aquém do valor que seria esperado tendo em conta o contexto socioeconómico dos seus alunos.

Para realizar este cálculo o PÚBLICO combina a percentagem de alunos que não recebe apoio no âmbito da Acção Social Escolar (ASE); a habilitação média dos pais dos alunos do secundário (em número médio de anos de escolaridade) e a idade média dos alunos do 12.º ano para dividir as escolas em três grandes contextos: desfavorável, intermédio e favorável.

Percursos directos de sucesso

É o resultado de um cálculo realizado pelo Ministério da Educação, que disponibiliza, para várias escolas, a percentagem de alunos com ASE que concluíram o secundário em 3 anos e a percentagem de alunos, a nível nacional, com perfil semelhante, que concluíram o mesmo nível de ensino em 3 anos. A partir desse indicador, calculou-se a diferença, em pontos percentuais, entre a escola e a média nacional, determinando assim as escolas que melhores resultados obtiveram nesse indicador.

A partir desse indicador calculámos uma média nacional, bem como o número de desvios padrões que uma escola estava acima ou abaixo neste indicador.

Planos e actividades extra-curriculares

A pedido do PÚBLICO, o Ministério da Educação disponibilizou uma base de dados onde constavam as escolas com diversos projectos/selos.

As 74 actividades identificadas pelo Ministério da Educação foram divididas em seis grandes categorias:

  • Desporto: onde incluímos todas as actividades associadas ao desporto escolar, do andebol ao xadrez, totalizando 43 actividades.
  • Artes: onde incluímos actividades como o  Plano Nacional de Cinema ou o Projeto Cultural de Escola, totalizando 3 actividades.
  • Cidadania: onde incluímos actividades como o “Selo Escola Sem Bullying. Escola Sem Violência” ou a existência da bandeira “Ter ideias para mudar o mundo”. Entram nesta categoria 17 actividades.
  • Ciências e tecnologias: incluímos nesta categoria actividades como a existência de um clube “Programação e Robótica” ou uma “Academia Digital para Pais”. Entram nesta categoria 4 actividades.
  • Línguas: onde incluímos a existência da oferta educativa de línguas como Mandarim ou Italiano. Constavam na lista do ministério 5 actividades relacionadas com esta área.
  • Combate ao abandono e insucesso: existência de Planos Inovação ou se a escola está inserida no Programa “Territórios Educativos de Intervenção Prioritária” (TEIP). Nesta categoria totalizam-se 2 actividades.

Partindo do pressuposto de que uma escola é melhor quanto maior for a oferta em cada uma destas áreas, começou-se por calcular, para cada uma destas categorias, a percentagem de oferta de cada escola em cada uma das áreas. A título de exemplo: uma escola que oferece todas as 39 actividades possíveis na categoria de desporto obteria uma classificação de 100%.

De seguida, para cada uma das categorias, foi calculada uma média nacional dessas percentagens de oferta, bem como quantos desvios padrões determinada escola está acima ou abaixo dessa média. É com base nesse indicador que as escolas são ponderadas no ranking.

Optou-se por excluir as escolas que não tinham nenhuma actividade em determinada categoria. Ou seja, se apenas seleccionar, por exemplo, Desporto e Cidadania, a tabela apresentada mostra apenas escolas que incluem pelo menos uma actividade de Desporto e pelo menos uma de Cidadania.