Clara Azevedo retratou o vazio e o silêncio da pandemia em Lisboa. Agora é uma exposição

Baseada no seu livro 365 Dias Que Mudaram as Nossas Vidas, a exposição da fotógrafa será inaugurada nesta quinta-feira pelas 18h30, na Galeria Santa Maria Maior, em Lisboa, e estará patente ao público até 7 de Maio.

Foto
A exposição vai estar patente em Lisboa até 7 de Maio Clara Azevedo

Habituada ao barulho das luzes, à confusão, às multidões, uma vez que, entre outros trabalhos, é fotógrafa oficial do primeiro-ministro, Clara Azevedo não deixou de sair e captar imagens quando a pandemia foi declarada em Março de 2020. Houve, confessa, um “dominante comum” na forma como sentiu Lisboa: “O silêncio e o vazio.” O seu trabalho deu origem a um livro publicado em Dezembro, 365 Dias Que Mudaram as Nossas Vidas, e agora a uma exposição, inaugurada nesta quinta-feira, em Lisboa.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Habituada ao barulho das luzes, à confusão, às multidões, uma vez que, entre outros trabalhos, é fotógrafa oficial do primeiro-ministro, Clara Azevedo não deixou de sair e captar imagens quando a pandemia foi declarada em Março de 2020. Houve, confessa, um “dominante comum” na forma como sentiu Lisboa: “O silêncio e o vazio.” O seu trabalho deu origem a um livro publicado em Dezembro, 365 Dias Que Mudaram as Nossas Vidas, e agora a uma exposição, inaugurada nesta quinta-feira, em Lisboa.