Apoio às florestas não está a chegar às zonas onde há maior risco de incêndios

Organizações denunciam que a desadequação actual do financiamento às florestas vai transitar sem mudanças para o futuro quadro europeu na área da agricultura, o que continuará a desfavorecer os pequenos proprietários do Norte e Centro do país. Esta segunda-feira é o Dia Internacional das Florestas.

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Nas pequenas propriedades, que dominam a Norte do Tejo, não há incentivos públicos apelativos Paulo Pimenta/PÚBLICO/Arquivo

O financiamento público de apoio às florestas, além de ser pouco, não está a chegar aos territórios onde o risco de incêndio mais elevado, no Centro e Norte do país, denunciam no Dia Internacional das Florestas a associação ambientalista Zero e o Centro Pinus, uma associação sem fins lucrativos que reúne os principais agentes da fileira do pinho. E esta situação ameaça prolongar-se, se não sofrer alterações a proposta entregue por Portugal para o futuro Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC 2023-2027).

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O financiamento público de apoio às florestas, além de ser pouco, não está a chegar aos territórios onde o risco de incêndio mais elevado, no Centro e Norte do país, denunciam no Dia Internacional das Florestas a associação ambientalista Zero e o Centro Pinus, uma associação sem fins lucrativos que reúne os principais agentes da fileira do pinho. E esta situação ameaça prolongar-se, se não sofrer alterações a proposta entregue por Portugal para o futuro Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC 2023-2027).