Aldeias Históricas com mais de 105 mil passagens a pé e de bicicleta em 2021

De Março a Dezembro de 2021, as Aldeias Históricas de Portugal registaram mais de 61 mil passagens a pé e quase 5 mil de bicicleta. Os Caminhos Históricos de Pequena Rota contaram com cerca de 40 mil passagens.

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São 12 os destinos que fazem parte das Aldeias Históricas Nelson Garrido

As diferentes rotas das Aldeias Históricas de Portugal registaram em 2021 mais de 105 mil passagens, entre passeios de bicicleta e a pé, sendo um destino “cada vez mais procurado por adeptos de Turismo Activo e Natureza”.

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As diferentes rotas das Aldeias Históricas de Portugal registaram em 2021 mais de 105 mil passagens, entre passeios de bicicleta e a pé, sendo um destino “cada vez mais procurado por adeptos de Turismo Activo e Natureza”.

Segundo a Associação de Desenvolvimento Turístico Aldeias Históricas de Portugal, entre 7 de Março e 31 de Dezembro do ano passado, “as Estruturas de Animação Permanente das Aldeias Históricas de Portugal, onde se incluem os contadores da GR22 - Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal e Caminhos Históricos de Pequena Rota (PR), registaram mais de 105 mil passagens, entre passeios de bicicleta e a pé”.

“Com paisagens de serra e agrícolas, planícies, zonas ribeirinhas, parques naturais, reservas protegidas, praias fluviais e zonas de lazer, as Aldeias Históricas de Portugal são “um destino que são 12” cada vez mais procurado por adeptos de Turismo Activo e Natureza”, lê-se.

De acordo com a nota, na GR22, de Março a Dezembro de 2021, “contaram-se mais de 61 mil passagens a pé, e quase 5 mil de bicicleta” e nos Caminhos Históricos de PR “registaram-se quase 40 mil passagens”.

Os números “justificam a aposta que, nos últimos anos, as Aldeias Históricas de Portugal - Associação de Desenvolvimento Turístico têm vindo a fazer na criação e qualificação dos recursos turísticos, no âmbito do Turismo Activo e de Natureza”.

“A GR22 - Grande Rota das Aldeias Históricas de Portugal é disso exemplo, pelo investimento de que tem beneficiado ao nível da sinalética interpretativa, informativa e de orientação, mas também do traçado, orientado para a passagem por localidades com pontos de interesse relevantes e oferta de serviços”, sublinha a fonte.

Lembra, ainda, que o esforço realizado foi reconhecido, em 2019, com a atribuição do selo Leading Quality Trails - Best of Europe, pela European Ramblers Association (Associação Europeia de Caminhada), tornando a GR22 “na maior rota europeia com selo Leading Quality Trails”.

De acordo com a nota, a mobilidade suave e a sustentabilidade “são dos mais importantes eixos estratégicos das Aldeias Históricas de Portugal - Associação de Desenvolvimento Turístico, pela importância que têm em promover um turismo sustentável na preservação e desenvolvimento do território”.

“As mais de 105 mil passagens registadas pelas Estruturas de Animação Permanente, entre Março e Dezembro de 2021, comprovam o potencial do Turismo Activo e de Natureza para o crescimento económico das Aldeias Históricas de Portugal”, reconhece.

Segundo a fonte, “em tempos de pandemia, o Turismo Activo e de Natureza é cada vez mais uma tendência por todo o mundo - e como provam os números dos contadores das Estruturas de Animação Permanente, as Aldeias Históricas de Portugal, rodeadas de natureza em estado puro, são cada vez mais procuradas por aventureiros”.

“Recorda-se ainda a oferta, sem igual, em património histórico-cultural, lazer, gastronomia, vinhos, turismo rural, hotéis e “spas” de qualidade superior. Ou seja, um ímpar e inesgotável potencial turístico”, conclui.

A rede das Aldeias Históricas de Portugal abrange Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso.