Grandes empresas pedem ambição política para travar perda de biodiversidade

“Num planeta morto não haverá negócios”, dizem grandes grupos empresariais no dia em que começa a primeira fase da Cimeira das Nações Unidas da Biodiversidade. Todos pedem que dali saia um documento equivalente ao Acordo de Paris, mas para a natureza.

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Aves nas salinas do Samouco Daniel Rocha/PÚBLICO/Arquivo

Os líderes mundiais não estão a esforçar-se o suficiente para travar a destruição da natureza e a preservação da biodiversidade, diz uma carta aberta assinada por 12 empresários de grandes grupos mundiais, como a Unilever, a H&M ou o Rabobank, numa carta aberta divulgada nesta segunda-feira, o dia em que se inicia na China a cimeira das Nações Unidas sobre biodiversidade (COP15). É o início de um debate mundial para alcançar uma maior protecção da biodiversidade até 2030, mas há desconfianças dos ambientalistas sobre o sucesso deste debate.

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Os líderes mundiais não estão a esforçar-se o suficiente para travar a destruição da natureza e a preservação da biodiversidade, diz uma carta aberta assinada por 12 empresários de grandes grupos mundiais, como a Unilever, a H&M ou o Rabobank, numa carta aberta divulgada nesta segunda-feira, o dia em que se inicia na China a cimeira das Nações Unidas sobre biodiversidade (COP15). É o início de um debate mundial para alcançar uma maior protecção da biodiversidade até 2030, mas há desconfianças dos ambientalistas sobre o sucesso deste debate.