Sofrer de dermatite atópica é ser-se “refém da própria pele”, relatam doentes

A doença, sem cura, afecta mais de 230 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial de Saúde. Afecta a saúde física e mental de quem “sente comichão todos os minutos da sua vida”.

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“Sou uma pessoa que me isolei. Afastaram-se vários amigos que não compreenderam a minha ausência”, relata Maria João Belo Unsplash/ Camila Quintero Franco

Joana Camilo não conseguia dormir mais de duas horas seguidas por noite. Maria João Belo não se olhou ao espelho durante vários anos. A mãe de Bruno Filipe, Manuela Ferreira relata que o filho de 16 anos usa gorro todos os dias. Os três sofrem de dermatite atópica na sua forma mais grave, uma doença crónica que, segundo a Organização Mundial de Saúde afecta mais de 230 milhões de pessoas. Esta terça-feira, 14 de Setembro, assinala-se o Dia Mundial da Dermatite Atópica.

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Joana Camilo não conseguia dormir mais de duas horas seguidas por noite. Maria João Belo não se olhou ao espelho durante vários anos. A mãe de Bruno Filipe, Manuela Ferreira relata que o filho de 16 anos usa gorro todos os dias. Os três sofrem de dermatite atópica na sua forma mais grave, uma doença crónica que, segundo a Organização Mundial de Saúde afecta mais de 230 milhões de pessoas. Esta terça-feira, 14 de Setembro, assinala-se o Dia Mundial da Dermatite Atópica.