Jorge Coelho (1954-2021). O homem que nunca quis ser secretário-geral do PS

O antigo ministro e dirigente socialista morreu subitamente, aos 66 anos, de paragem cardíaca, na Figueira da Foz.

Foto
NFS NUNO FERREIRA SANTOS - PUBLICO

António Guterres ainda era primeiro-ministro, quando indicou o sucessor: Jorge Coelho, o seu número 2, daria um “excelente líder do PS”. Estávamos no ano 2000, vivia-se já o estertor do guterrismo, e Jorge Coelho disse logo que não. Ficava agradecido pela lembrança, mas não. “Não quero ser líder do PS, não tenho nenhuma apetência para isso, nem nenhuma ambição.”

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

António Guterres ainda era primeiro-ministro, quando indicou o sucessor: Jorge Coelho, o seu número 2, daria um “excelente líder do PS”. Estávamos no ano 2000, vivia-se já o estertor do guterrismo, e Jorge Coelho disse logo que não. Ficava agradecido pela lembrança, mas não. “Não quero ser líder do PS, não tenho nenhuma apetência para isso, nem nenhuma ambição.”