Grupo Wagner: o braço armado da Rússia que não pára de crescer em África

Moscovo tem usado a empresa de segurança para intensificar a sua presença no continente africano, da Líbia ao Sudão, passando pela República Centro-Africana e Madagáscar.

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A Wagner notabilizou-se no apoio às forças pro-Rússia nos incidentes de 2014 na Ucrânia Reuters

Em Maio de 2020, um avião Antonov aterrou em Bani Walid, na Líbia, e levou da cidade localizada no distrito de Misrata um grupo armado da empresa militar russa Wagner, a mesma companhia misteriosa que em 2019 foi obrigada a retirar elementos de Cabo Delgado, em Moçambique, depois de ter sofrido uma série de baixas frente aos insurgentes do Estado Islâmico que aterrorizam aquela região moçambicana há cerca de quatro anos.

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Em Maio de 2020, um avião Antonov aterrou em Bani Walid, na Líbia, e levou da cidade localizada no distrito de Misrata um grupo armado da empresa militar russa Wagner, a mesma companhia misteriosa que em 2019 foi obrigada a retirar elementos de Cabo Delgado, em Moçambique, depois de ter sofrido uma série de baixas frente aos insurgentes do Estado Islâmico que aterrorizam aquela região moçambicana há cerca de quatro anos.