Sindicatos da TAP aceitam cortes mais profundos em troca de manutenção de empregos

Tripulantes e pessoal de manutenção conseguiram proteger 704 postos de trabalho, pelo menos até 2024, com reduções de horário e de vencimento que começam em 15% este ano e descem para 5% em 2023.

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Plano de reestruturação da TAP está a ser negociado com a Comissão Europeia Mário Cruz/Lusa

Da ronda final de negociações entre sindicatos e a TAP, com vista à aplicação de acordos de emergência, saiu uma solução para proteger postos de trabalho e que vigora até 2024: uma maior redução dos salários face à que estava planeado (25% acima dos 1330 euros), equilibrada com diminuição do horário de trabalho. Isso ficou previsto tanto no caso do acordo negociado com o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), como com o Sindicato de Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA). Ao todo, terão sido defendidos, segundo os dados destes sindicatos, 704 postos de trabalho, dos quais 580 são tripulantes e 124 pessoal de terra.

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Da ronda final de negociações entre sindicatos e a TAP, com vista à aplicação de acordos de emergência, saiu uma solução para proteger postos de trabalho e que vigora até 2024: uma maior redução dos salários face à que estava planeado (25% acima dos 1330 euros), equilibrada com diminuição do horário de trabalho. Isso ficou previsto tanto no caso do acordo negociado com o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), como com o Sindicato de Técnicos de Manutenção de Aeronaves (SITEMA). Ao todo, terão sido defendidos, segundo os dados destes sindicatos, 704 postos de trabalho, dos quais 580 são tripulantes e 124 pessoal de terra.