TAP declarada como empresa “em situação económica difícil” até ao final de 2024

Resolução publicada esta quinta-feira em Diário da República permite a suspensão dos acordos de empresa e redução dos custos com pessoal de forma unilateral. Esta é a segunda vez que a TAP é abrangida pela lei que permite esta medida, criada logo a seguir à revolução do 25 de Abril de 1974.

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Estado já detém 72,5% do capital da TAP e emprestou 1200 milhões LUSA/MÁRIO CRUZ

A partir de agora, os acordos de empresa estabelecidos nas empresas do grupo TAP (TAP SA, Portugália e Cateringpor) já podem ser suspensos de forma unilateral pela administração, com o apoio do Governo. Na sequência da resolução tomada em Conselho de Ministros, e publicada esta quinta-feira em Diário da República, estas empresas passam formalmente a estar declaradas como estando “em situação económica difícil”.

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A partir de agora, os acordos de empresa estabelecidos nas empresas do grupo TAP (TAP SA, Portugália e Cateringpor) já podem ser suspensos de forma unilateral pela administração, com o apoio do Governo. Na sequência da resolução tomada em Conselho de Ministros, e publicada esta quinta-feira em Diário da República, estas empresas passam formalmente a estar declaradas como estando “em situação económica difícil”.