Finanças públicas
De 17 a zero em nove anos: uma descida de juros que poupa milhões a Portugal
De um cenário em que somente os investidores mais destemidos aceitavam ter títulos de dívida pública portuguesa na mão até ao actual momento em que, no meio de uma pandemia, já há quem esteja disponível para pagar para emprestar dinheiro ao Estado português, não foi preciso esperar mais de nove anos. Um percurso impensável no auge da crise do euro, que só foi possível com a inédita ajuda do Banco Central Europeu, mas para o qual também contribuiu um aumento progressivo da credibilidade do país nos mercados internacionais.
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