Síria: no gigantesco campo de refugiados de Atmeh 40% dos testes à covid-19 dão positivo

“Este Inverno vai ser muito duro, muito escuro, muito duro”, diz um médico no campo junto à fronteira turca, em Idlib. Oposição síria promete retaliar contra ataque russo, o mais grave desde o cessar-fogo na região.

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Imagem do início dos campos em Atmeh, junto à fronteira com a Turquia UMIT BEKTAS/Reuters

As notícias sobre a vida em Idlib são cada vez menos e é rara a oportunidade para se ter um vislumbre da situação em Atmeh, que começou por ser um campo de refugiados debaixo de oliveiras e hoje é um gigantesco conjunto de cidades de tendas onde vivem centenas de milhares de sírios. Muitas famílias chegaram há anos, muitas há meses: segundo a Human Rights Watch, a guerra de Bashar al-Assad e da Rússia para reconquistar a região forçou 1,4 milhões de pessoas a fugir até ao cessar-fogo de Março, acordado entre russos e turcos.

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As notícias sobre a vida em Idlib são cada vez menos e é rara a oportunidade para se ter um vislumbre da situação em Atmeh, que começou por ser um campo de refugiados debaixo de oliveiras e hoje é um gigantesco conjunto de cidades de tendas onde vivem centenas de milhares de sírios. Muitas famílias chegaram há anos, muitas há meses: segundo a Human Rights Watch, a guerra de Bashar al-Assad e da Rússia para reconquistar a região forçou 1,4 milhões de pessoas a fugir até ao cessar-fogo de Março, acordado entre russos e turcos.