Rui Horta: “Nunca fui um criador fechado no castelo, ou melhor, no convento”

Começa esta quarta-feira em Montemor-o-Novo mais uma edição da Plataforma Portuguesa de Artes Performativas, uma montra que abre Portugal ao mundo e que leva o mundo ao Alentejo. Pretexto para um ponto da situação agora que o Espaço do Tempo leva já quase 20 anos de actividade.

Fotogaleria

Chegou ao Alentejo há quase 20 anos, vindo da Alemanha, e ficou. Instalou-se num velho convento de Montemor-o-Novo, erguido no século XVI, e fez dele a sede de um projecto que se tornou central na dança e no teatro em Portugal, criando um programa de residências que se estende à performance, à música e às artes visuais. Do convento que as monjas dominicanas deixaram no século XIX e que até ao início dos anos 1960 foi um orfanato, Rui Horta fez uma casa onde muitos criadores se sentem em casa — o Espaço do Tempo.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Chegou ao Alentejo há quase 20 anos, vindo da Alemanha, e ficou. Instalou-se num velho convento de Montemor-o-Novo, erguido no século XVI, e fez dele a sede de um projecto que se tornou central na dança e no teatro em Portugal, criando um programa de residências que se estende à performance, à música e às artes visuais. Do convento que as monjas dominicanas deixaram no século XIX e que até ao início dos anos 1960 foi um orfanato, Rui Horta fez uma casa onde muitos criadores se sentem em casa — o Espaço do Tempo.