Toto, já não estamos em Teerão

Uma estreia cheia de estilo a meio caminho entre o Ocidente e o Oriente.

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Uma Rapariga Regressa...: muito estilo, pouca substância dr
É por aí que se explica a sedução deste objecto bastante singular onde se cruzam as influências das fábulas persas, dos comic books e do cinema indie americano, algures entre a Sin City de Frank Miller, a estilização existencialista de Jim Jarmusch, o amor desenrascado pelo género de Robert Rodriguez e a gravitas adolescente do rock indie-gótico dos anos 1980 (nem por acaso, Ana Lily Amirpour nasceu em Londres…). Algures entre a homenagem reverente e o pastiche, Uma Rapariga Regressa Sozinha de Noite a Casa é um filme com muito mais estilo do que substância — mas o estilo é tão bom, e tão conseguido, que só por ele vale a pena a visão. 

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É por aí que se explica a sedução deste objecto bastante singular onde se cruzam as influências das fábulas persas, dos comic books e do cinema indie americano, algures entre a Sin City de Frank Miller, a estilização existencialista de Jim Jarmusch, o amor desenrascado pelo género de Robert Rodriguez e a gravitas adolescente do rock indie-gótico dos anos 1980 (nem por acaso, Ana Lily Amirpour nasceu em Londres…). Algures entre a homenagem reverente e o pastiche, Uma Rapariga Regressa Sozinha de Noite a Casa é um filme com muito mais estilo do que substância — mas o estilo é tão bom, e tão conseguido, que só por ele vale a pena a visão. 

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