CCB de sala cheia para ouvir Ricardo Ribeiro

Depois de Gisela João, outra lotação esgotada com fado no CCB, este sábado, com Ricardo Ribeiro. Domingo estará na Casa da Música. Em ambas as salas às 21h

Foto
Ricardo Ribeiro Rui Gaudêncio

Não foi a única. Ricardo Ribeiro esteve recentemente no Elebash Center de Nova Iorque e a lotação também esgotou. Acompanhou-o Pedro Jóia, que estará também nos concertos de hoje e amanhã em Lisboa e Porto. Não só. Também o músico libanês Rabih Abou-Khalil, com quem Ricardo gravou o disco Em Português (2008), e Pedro Caldeira Cabral. Todos eles participaram na gestação de Largo da Memória, disco onde o fado andou a par, sem toldar a sua essência, com a música do Magrebe. O título remete para a toponímia lisboeta (o Largo da Memória existe e fica na Ajuda, onde Ricardo nasceu, a 19 de Agosto de 1981) mas também, se o virmos como metáfora, para a largueza da memória que abarca o fado.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Não foi a única. Ricardo Ribeiro esteve recentemente no Elebash Center de Nova Iorque e a lotação também esgotou. Acompanhou-o Pedro Jóia, que estará também nos concertos de hoje e amanhã em Lisboa e Porto. Não só. Também o músico libanês Rabih Abou-Khalil, com quem Ricardo gravou o disco Em Português (2008), e Pedro Caldeira Cabral. Todos eles participaram na gestação de Largo da Memória, disco onde o fado andou a par, sem toldar a sua essência, com a música do Magrebe. O título remete para a toponímia lisboeta (o Largo da Memória existe e fica na Ajuda, onde Ricardo nasceu, a 19 de Agosto de 1981) mas também, se o virmos como metáfora, para a largueza da memória que abarca o fado.

“O fado é uma coisa espiritual”, disse Ricardo Ribeiro a Gonçalo Frota num entrevista ao Ípsilon, em Outubro de 2013. “Por isso é que se pede silêncio – para ouvirmos falar da nossa história, da nossa vida, e para podermos pensar. É algo que me faz viver, que me alimenta”.

Domingo, também às 21h, Ricardo Ribeiro estará na Casa da Música. No Porto. O Largo da Memória, esse, é que já não nos larga. Os que o ouviram vão querer ouvi-lo outra vez.