Artigos deste autor

  • Numa cidade não rarefeita de edifícios modernistas emblemáticos, a Casa de Vidro sobressai. Construída pela arquitecta italo-brasileira Lina Bo Bardi, permite conhecer o lado mais íntimo do modernismo e do casal Bardi. É ainda porta de entrada para o legado de Lina, que se moveu com à vontade entre o modernismo e a arquitectura popular. Nesse processo, ensaiou uma espécie de identidade brasileira arquitectónica.

  • No Cerquido, varanda na Serra d’Arga com vista para o Vale do Lima, dormimos na Casa da Serra.

  • Os incêndios do Verão passado ainda são uma cicatriz, mas o poder regenerador da natureza já se manifesta e a Serra d’Arga é uma fénix a renascer. A visita foi curta, mas o suficiente para despertar o desejo de voltar. Das paisagens naturais às humanas, das lendas às tradições, este é um museu etnográfico a céu aberto para percorrer de pés bem assentes no chão – ou seja, a caminhar.

  • Foi uma das primeira mulheres cervejeiras em Portugal. Há dez anos, saiu da empresa de sempre, a Unicer, mas neste regresso com a Fugas até parece que nunca a deixou. Cristina Gonçalves hesita em considerar-se uma pioneira, mas a paixão pela cerveja não é hesitante.

  • A Momondo promoveu um concurso que permitia aos participantes, através do seu ADN, descobrir onde tinham raízes. Manuel Maqueo ganhou: mexicano com genes dos cinco continentes. E mãe com sobrenome português, Pereira. Veio a Portugal e a Fugas acompanhou-o numa viagem sentimental.

  • Entre o mar e o tropical — não é um cenário comum para o vinho ou para uma adega, mas é assim a Vindega, em plena Foz, no Porto.