António Costa

Todos os tópicos

O primeiro-ministro diz que o que está para vir pode ser pior do que o que já passou e justifica que se declare calamidade pública de forma preventiva. Presidente defende a reconstrução em curso no terreno, afirmando que estes processos "são lentos".

  • O primeiro-ministro diz que o que está para vir pode ser pior do que o que já passou e justifica que se declare calamidade pública de forma preventiva. Presidente defende a reconstrução em curso no terreno, afirmando que estes processos "são lentos".

  • O Ministério da Administração Interna espera pelos resultados da comissão independente para tomar medidas mais abrangentes. Até agora, implementou medidas no combate a incêndios, mas estrutura da Protecção Civil e relação com SIRESP continua igual.

  • Há dois meses, depois de Pedrógão, pedimos rapidez ao Governo, porque não podíamos passar um Verão inteiro em sobressalto com cada alerta de fogo. Mas nunca mais tivemos paz. Ontem foi mais um desses dias

  • Em 2005 arderam 340 mil hectares. O primeiro-ministro tinha prometido que as primeiras férias seriam no Quénia com os filhos e não voltou. António Costa mandou em tudo pela primeira vez.

  • “O país não está apenas adiado porque não tem reformas; está cativado”, apontou o líder do PSD que avisou que o partido "não se juntará à festa". ”Se queremos ter mais alguma coisa do que temos hoje, não podemos 'geringonçar'”, defendeu.