Lagarde admite “surpresa” com inflação e põe mercados a adivinhar subidas dos juros

BCE mantém para já a mesma estratégia, mas Christine Lagarde mudou esta quinta-feira o seu discurso, mostrando surpresa em relação à inflação de 5,1% em Janeiro e não fechando a porta a uma subida de taxas já em 2022.

Foto
Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE) Reuters/POOL

Menos de duas horas depois de o Banco de Inglaterra ter anunciado uma subida das suas taxas de juro para conter a inflação, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, embora insistindo numa estratégia de resposta progressiva à recente escalada dos preços, mostrou maior preocupação em relação à evolução da inflação e recusou-se a pôr de lado a possibilidade de haver uma subida das taxas de juro na zona euro já no decorrer deste ano. Os mercados reagiram com subidas nas taxas de juro da dívida, incluindo a portuguesa.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Menos de duas horas depois de o Banco de Inglaterra ter anunciado uma subida das suas taxas de juro para conter a inflação, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, embora insistindo numa estratégia de resposta progressiva à recente escalada dos preços, mostrou maior preocupação em relação à evolução da inflação e recusou-se a pôr de lado a possibilidade de haver uma subida das taxas de juro na zona euro já no decorrer deste ano. Os mercados reagiram com subidas nas taxas de juro da dívida, incluindo a portuguesa.