Sete ideias feitas sobre o uso da bicicleta que importa desfazer

Em Portugal dizemos que somos um país sem tradição no uso da bicicleta, cheio de colinas (em Lisboa e não só) e vemos a bicicleta como veículo para quem não pode comprar um automóvel. Ainda acreditamos que este é mais rápido que qualquer outro meio, para andar na cidade congestionada, que pedalar é coisa de atletas e nunca, de certeza, para os mais velhos, e que retirar espaço ao automóvel prejudica o comércio. Será assim?

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Ines Fernandes

Há um conjunto de ideias pré-concebidas que saltam quase sempre para cima da mesa, como um trunfo num jogo de cartas, quando se inicia uma discussão sobre se Portugal, como outros países, deve apostar mais na mobilidade em bicicleta. Haverá inúmeras razões para justificar a oposição ao uso deste veículo, mas conviria que, sobre estas sete, houvesse algum consenso, baseado em dados e na prática de quem estuda este tipo de mobilidade.

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Há um conjunto de ideias pré-concebidas que saltam quase sempre para cima da mesa, como um trunfo num jogo de cartas, quando se inicia uma discussão sobre se Portugal, como outros países, deve apostar mais na mobilidade em bicicleta. Haverá inúmeras razões para justificar a oposição ao uso deste veículo, mas conviria que, sobre estas sete, houvesse algum consenso, baseado em dados e na prática de quem estuda este tipo de mobilidade.