Estudos alertam para defeitos imunitários e genéticos que agravam a covid-19

Anticorpos “defeituosos” pré-existentes que neutralizam moléculas que alertam o organismo sobre o SARS-CoV-2 foram detectados em cerca de 20% de doentes que morreram de covid-19 e que foram incluídos num estudo agora publicado na revista Science Immunology.

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A laranja, partículas do coronavírus SARS-CoV-2 NIAID

Dois estudos divulgados esta semana na revista científica Science Immunology alertam que defeitos genéticos e na imunidade inata relacionados com a resposta dos interferões de tipo I (moléculas que avisam o corpo sobre a entrada do SARS-CoV-2 e podem contribuir para a sua destruição) são factores de risco para a covid-19 sobretudo em indivíduos mais velhos e do sexo masculino. Juntos, estes resultados dão pistas que podem levar-nos a perceber melhor o que agrava a covid-19.

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Dois estudos divulgados esta semana na revista científica Science Immunology alertam que defeitos genéticos e na imunidade inata relacionados com a resposta dos interferões de tipo I (moléculas que avisam o corpo sobre a entrada do SARS-CoV-2 e podem contribuir para a sua destruição) são factores de risco para a covid-19 sobretudo em indivíduos mais velhos e do sexo masculino. Juntos, estes resultados dão pistas que podem levar-nos a perceber melhor o que agrava a covid-19.