Reconquistar o direito a viver

Não é razoável que se combata a atual situação — já não pandémica, mas endémica — recorrendo a medidas “sanitárias”. É tempo de reconquistarmos o direito a viver.

Comecemos pelos factos. Nos últimos 14 dias*, a taxa de mortalidade da covid-19 foi de 0,03/100.000, contra uma taxa de mortalidade por outras doenças e causas de morte de 2,7/100.000. A média de doentes internados por covid-19 foi de 528,7, num total de cerca 21 mil camas do SNS, em que 17.700 foram dedicadas à covid-19. A média de doentes internados em unidades de cuidados intensivos foi de 121,9 — para uma lotação média de 639,8 camas, em 2020, segundo dados da ACSS, e um pico de 1008, excluindo unidades coronárias, pediátricas e de queimados. A incidência de testes positivos foi de 254,8/100.000, mas a verdadeira incidência da covid-19 é desconhecida.

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Comecemos pelos factos. Nos últimos 14 dias*, a taxa de mortalidade da covid-19 foi de 0,03/100.000, contra uma taxa de mortalidade por outras doenças e causas de morte de 2,7/100.000. A média de doentes internados por covid-19 foi de 528,7, num total de cerca 21 mil camas do SNS, em que 17.700 foram dedicadas à covid-19. A média de doentes internados em unidades de cuidados intensivos foi de 121,9 — para uma lotação média de 639,8 camas, em 2020, segundo dados da ACSS, e um pico de 1008, excluindo unidades coronárias, pediátricas e de queimados. A incidência de testes positivos foi de 254,8/100.000, mas a verdadeira incidência da covid-19 é desconhecida.