Uma nova vida para o Arquipélago “levar as artes contemporâneas aos seus vários territórios”

O Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas dos Açores inaugurou exposições de Ana Hatherly e de Tomaz Borba Vieira em plena pandemia. São os primeiros sinais da programação do novo director, João Mourão.

Foto
João Mourão chegou ao Arquipélago em Outubro do ano passado, vindo do projecto Kunsthalle Lissabon ÁLVARO MIRANDA

São 60 desenhos, todos de pequeno formato, que exploram a fisicalidade das palavras, numa comunhão delicada entre poesia e caligrafia, imagem e texto. No fim-de-semana passado, foi inaugurada a primeira exposição individual de Ana Hatherly (1929-2015) nos Açores, no Arquipélago, o Centro de Artes Contemporâneas da região, localizado na Ribeira Grande.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

São 60 desenhos, todos de pequeno formato, que exploram a fisicalidade das palavras, numa comunhão delicada entre poesia e caligrafia, imagem e texto. No fim-de-semana passado, foi inaugurada a primeira exposição individual de Ana Hatherly (1929-2015) nos Açores, no Arquipélago, o Centro de Artes Contemporâneas da região, localizado na Ribeira Grande.