SEF extinto: decisão sobre entradas de imigrantes ficar na PSP e GNR é contestada no terreno

Sindicatos e associações que trabalham com imigrantes lamentam não terem sido ouvidos pelo Governo. Leis orgânicas de PJ, GNR e PSP terão de mudar. Cerca de 1800 trabalhadores têm até ao fim do ano para decidir onde querem ficar.

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MIGUEL A. LOPES/Lusa

Precipitado pela morte de Ihor Homenyuk, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) vai ser extinto segundo os planos do Governo, ainda não confirmados oficialmente mas que foram partilhados na quinta-feira com membros do Conselho Superior de Segurança Interna (CSSI). O Ministério da Administração Interna (MAI) planeia apresentar na próxima reunião do Conselho dos Ministros a 21 de Janeiro a proposta de reestruturação que implica a passagem para a PSP e GNR da decisão de entrada de imigrantes em Portugal. Mas no terreno esta opção é contestada. 

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Precipitado pela morte de Ihor Homenyuk, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) vai ser extinto segundo os planos do Governo, ainda não confirmados oficialmente mas que foram partilhados na quinta-feira com membros do Conselho Superior de Segurança Interna (CSSI). O Ministério da Administração Interna (MAI) planeia apresentar na próxima reunião do Conselho dos Ministros a 21 de Janeiro a proposta de reestruturação que implica a passagem para a PSP e GNR da decisão de entrada de imigrantes em Portugal. Mas no terreno esta opção é contestada.