PSD e a relação com o Chega: cordão sanitário ou acordo de coligação?

Sociais-democratas defendem que é possível uma aliança sem pôr em causa os princípios sociais-democratas.

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Miguel Poiares Maduro Nuno Ferreira Santos

Com o cenário açoriano como balão de ensaio para umas futuras legislativas, o PSD ainda está a digerir a sua relação com o Chega. Para alguns sociais-democratas ouvidos pelo PÚBLICO, há uma linha vermelha que separa um acordo de coligação governamental com o partido de André Ventura e um voto favorável para viabilizar uma maioria parlamentar. Mas, tal como é assumido pela direcção de Rui Rio, não parece haver um “cordão sanitário” à volta do Chega.

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Com o cenário açoriano como balão de ensaio para umas futuras legislativas, o PSD ainda está a digerir a sua relação com o Chega. Para alguns sociais-democratas ouvidos pelo PÚBLICO, há uma linha vermelha que separa um acordo de coligação governamental com o partido de André Ventura e um voto favorável para viabilizar uma maioria parlamentar. Mas, tal como é assumido pela direcção de Rui Rio, não parece haver um “cordão sanitário” à volta do Chega.