Moratórias: portugueses adiaram 1000 milhões em juros e 6000 milhões em capital

Juros são cerca de 15% do crédito diferido ao abrigo da moratória. Sectores mais fragilizados tinham exposição à moratória superior a 40%.

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João Nuno Mendes, secretário de Estado das Finanças, defende que a banca deve continuar a ajudar a economia LUSA/JOSÉ SENA GOULÃO

O prazo de adesão às moratórias terminou no último dia de Setembro e só uma mudança de orientação da Autoridade Bancária Europeia (EBA na sigla inglesa) poderia alterar as regras que entraram em vigor na semana passada. Nos primeiros seis meses, particulares e empresas adiaram o pagamento de sete mil milhões de euros à banca, dos quais cerca de 15% (1000 milhões) dizem respeito a juros, revelou o secretário de Estado das Finanças, João Nuno Mendes, ao PÚBLICO.

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O prazo de adesão às moratórias terminou no último dia de Setembro e só uma mudança de orientação da Autoridade Bancária Europeia (EBA na sigla inglesa) poderia alterar as regras que entraram em vigor na semana passada. Nos primeiros seis meses, particulares e empresas adiaram o pagamento de sete mil milhões de euros à banca, dos quais cerca de 15% (1000 milhões) dizem respeito a juros, revelou o secretário de Estado das Finanças, João Nuno Mendes, ao PÚBLICO.