Partidos querem regressar às reuniões do Infarmed (mas com porta aberta)

Um mês depois da última reunião no Infarmed, os partidos dão nota negativa à comunicação sobre a pandemia e pedem o regresso ao modelo anterior. Mas insistem que as reuniões, até agora à porta fechada, devem ser públicas.

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A última reunião no Infarmed aconteceu a 8 de Julho LUSA/ANTÓNIO PEDRO SANTOS

O descontentamento é unânime. Da esquerda à direita, os partidos estão insatisfeitos com a quantidade de informação que lhes chega sobre as estatísticas e a situação epidemiológica em Portugal. As críticas à escassez de informação nas reuniões do Infarmed ― que juntaram políticos, sindicatos, patrões, conselheiros de Estado e especialistas em saúde pública ― já se arrastavam quando Marcelo Rebelo de Sousa determinou o fim dos encontros e a comunicação passou a ser feita de forma unidireccional. Um mês depois da última reunião com os especialistas, tudo piorou, queixam-se os partidos, que pedem o regresso aos encontros, mas com a porta aberta.

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O descontentamento é unânime. Da esquerda à direita, os partidos estão insatisfeitos com a quantidade de informação que lhes chega sobre as estatísticas e a situação epidemiológica em Portugal. As críticas à escassez de informação nas reuniões do Infarmed ― que juntaram políticos, sindicatos, patrões, conselheiros de Estado e especialistas em saúde pública ― já se arrastavam quando Marcelo Rebelo de Sousa determinou o fim dos encontros e a comunicação passou a ser feita de forma unidireccional. Um mês depois da última reunião com os especialistas, tudo piorou, queixam-se os partidos, que pedem o regresso aos encontros, mas com a porta aberta.