Regresso às escolas: voltar a ver colegas e professores “é libertador”

Cerca de um terço dos alunos da Secundária Clara de Resende, no Porto, não esteve na escola devido à nova organização dos horários. Estudantes e professores aprendem a lidar com aulas dadas com máscara.

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Paulo Pimenta

“Habituem-se a andar devagarinho”, avisa Mónica Magalhães, subdirectora da Secundária Clara de Resende. Os alunos desta escola do Porto entraram, um a um e calmamente, no estabelecimento, mas quando chegam ao corredor de acesso às salas de aulas retomam o passo acelerado. No chão há marcações, espaçadas por 1,5 metros, para facilitar a tarefa de manter a distância aconselhada – um pouco como as marcas de segurança no piso de uma auto-estrada. Mas nem todos os estudantes as percebem.

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“Habituem-se a andar devagarinho”, avisa Mónica Magalhães, subdirectora da Secundária Clara de Resende. Os alunos desta escola do Porto entraram, um a um e calmamente, no estabelecimento, mas quando chegam ao corredor de acesso às salas de aulas retomam o passo acelerado. No chão há marcações, espaçadas por 1,5 metros, para facilitar a tarefa de manter a distância aconselhada – um pouco como as marcas de segurança no piso de uma auto-estrada. Mas nem todos os estudantes as percebem.