Uma casa para visitar as memórias e confissões de Manoel de Oliveira

A Casa do Cinema com o nome do realizador de Aniki-Bóbó é inaugurada esta segunda-feira em Serralves. Álvaro Siza desenhou-a; António Preto vai dirigi-la, com a convicção de que “é possível habitar um filme como se habita uma casa”, e vice-versa.

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O episódio é conhecido e faz já parte da mitologia associada a Manoel de Oliveira: em Abril de 2014, um ano antes da sua morte, o cineasta convidou Álvaro Siza para jantar e nele falou-lhe do seu projecto de realizar um documentário sobre a obra do arquitecto. Este agradeceu, mas avisou-o de que estava com uma agenda muito cheia, ao mesmo tempo que lhe lembrou ter obras em várias partes do mundo, desde a China e a Coreia do Sul ao Brasil e aos Estados Unidos. “Não tem pressa; eu também tenho vários projectos para realizar antes”, respondeu-lhe Oliveira!

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O episódio é conhecido e faz já parte da mitologia associada a Manoel de Oliveira: em Abril de 2014, um ano antes da sua morte, o cineasta convidou Álvaro Siza para jantar e nele falou-lhe do seu projecto de realizar um documentário sobre a obra do arquitecto. Este agradeceu, mas avisou-o de que estava com uma agenda muito cheia, ao mesmo tempo que lhe lembrou ter obras em várias partes do mundo, desde a China e a Coreia do Sul ao Brasil e aos Estados Unidos. “Não tem pressa; eu também tenho vários projectos para realizar antes”, respondeu-lhe Oliveira!