Viagens na minha “outra” terra

Travels in my homeland revela uma pianista com uma segurança técnica impressionante e capaz de elaborar um estudo detalhado das duas séries de pequenas peças.

Foto
Vitorino Coragem

Joana Gama não é apenas uma pianista, é uma artista e performer que tem colaborado regularmente com outras artes – a dança, o teatro, a fotografia, o vídeo e o cinema. A sua atitude estética tem-na conduzido a projectos artísticos que ultrapassam sempre de alguma forma o recital tradicional, mesmo quando se apresenta a solo em sala de concerto. É curioso verificar como, num disco aparentemente bastante “convencional”, com peças para piano solo de Amílcar Vasques-Dias e Fernando Lopes-Graça, essa atitude estética de uma verdadeira “artista do piano” se continua a sentir.

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Joana Gama não é apenas uma pianista, é uma artista e performer que tem colaborado regularmente com outras artes – a dança, o teatro, a fotografia, o vídeo e o cinema. A sua atitude estética tem-na conduzido a projectos artísticos que ultrapassam sempre de alguma forma o recital tradicional, mesmo quando se apresenta a solo em sala de concerto. É curioso verificar como, num disco aparentemente bastante “convencional”, com peças para piano solo de Amílcar Vasques-Dias e Fernando Lopes-Graça, essa atitude estética de uma verdadeira “artista do piano” se continua a sentir.