Ana Pinho reconduzida na presidência de Serralves

Espanhola Rosa Cullel e empresário Fernando Cunha Guedes completam a administração da fundação portuense para o próximo triénio.

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Ana Pinho Estela Silva/Lusa

Ana Pinho vai continuar a presidir ao Conselho de Administração (CA) da Fundação de Serralves e os novos membros do elenco para o triénio 2019-21 serão a espanhola Rosa Cullel, actual administradora delegada do grupo Media Capital (proprietária da TVI), e o empresário Fernando Cunha Guedes, líder executivo do grupo Sogrape, a maior empresa portuguesa de vinhos.

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Ana Pinho vai continuar a presidir ao Conselho de Administração (CA) da Fundação de Serralves e os novos membros do elenco para o triénio 2019-21 serão a espanhola Rosa Cullel, actual administradora delegada do grupo Media Capital (proprietária da TVI), e o empresário Fernando Cunha Guedes, líder executivo do grupo Sogrape, a maior empresa portuguesa de vinhos.

Os dois novos administradores foram cooptados esta segunda-feira na reunião do CA, que, como era já esperado, procedeu também à reeleição da Ana Pinho para um novo mandato à frente da fundação portuense.

Rosa Cullel e Fernando Cunha Guedes vão preencher, a partir de Janeiro, as vagas deixadas por Vera Pires Coelho e Manuel Cavaleiro Brandão, que cessam funções no final do corrente ano por terem atingido o limite de mandatos previsto pelos estatutos.

Um outro lugar que se encontrava já vago desde há meses era o do gestor Pedro Pina, que fora já substituído pelo médico e patologista Manuel Sobrinho Simões, e cuja escolha fora anunciada no início de Dezembro, aquando da reunião do Conselho de Fundadores de Serralves – que elegeu também Rui Vilar para substituir Luís Braga da Cruz na presidência deste órgão.

O comunicado de Serralves confirma também a manutenção no CA dos dois representantes nomeados pelo Estado: a professora e ex-ministra da Cultura Isabel Pires de Lima e o historiador José Pacheco Pereira.

Com estas decisões, a fundação conclui o processo de transição para um novo ciclo, cujos últimos meses foram marcados pela polémica em volta da exposição de fotografia de Robert Mapplethorpe, que levou à demissão do ex-director do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, João Ribas, e criou alguma instabilidade tanto dentro da fundação como afectou a sua imagem a nível nacional mas também internacionalmente.