CTT fecham venda da antiga sede em Lisboa por 25 milhões

A empresa liderada por Francisco Lacerda fechou o negócio por um valor que representa uma mais-valia contabilística de 16 milhões de euros.

Foto
NUNO FERREIRA SANTOS

Os Correios de Portugal formalizaram a venda dos imóveis onde funcionava a antiga sede dos correios nacionais, em Lisboa, num valor global de 25 milhões de euros, anunciou hoje a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Os Correios de Portugal formalizaram a venda dos imóveis onde funcionava a antiga sede dos correios nacionais, em Lisboa, num valor global de 25 milhões de euros, anunciou hoje a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Em comunicado, é referido que os CTT – Correios de Portugal assinaram na sexta-feira a escritura pública de venda definitiva dos imóveis na propriedade da empresa na Rua de São José, em Lisboa, (anterior sede dos CTT), não sendo referido o nome do comprador.

“O montante total recebido pela empresa relativo à venda dos referidos imóveis corresponde ao preço contratado (o que representará uma mais-valia contabilística de cerca de 16 milhões de euros, com um impacto fiscal de cerca de dois milhões de euros)”, segundo a empresa.

Há um ano, a 15 de Dezembro de 2016, a empresa tinha celebrado o contrato-promessa de compra e venda dos imóveis.

Na altura, a empresa adiantava que a escritura, que decorria da alienação, deveria acontecer "no prazo máximo de 12 meses" e estava "apenas condicionada ao não exercício de direito de preferência na venda destes imóveis pelas autoridades administrativas que legalmente beneficiam de tal direito".

Os CTT referiam ainda que tinham recebido um sinal de 2,5 milhões de euros, a descontar ao preço global dos imóveis.