Um mapa português da SP-Arte

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Obra de Dalila Gonçalves, feita com lixas usadas em fábricas de móveis. dr

Helena Almeida, em grande destaque no muito central stand da Galeria Filomena Soares, é a presença portuguesa mais visível nesta SP-Arte. A sua inclusão no sector Repertório é um passo importante para o reconhecimento da artista no Brasil, que se consolidará brevemente, antecipa ao PÚBLICO o galerista Manuel Santos, com a chegada à Pinacoteca de São Paulo da retrospectiva organizada pelo Museu de Serralves, depois das visitas a Paris (Jeu de Paume) e a Bruxelas (Wiels).

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Helena Almeida, em grande destaque no muito central stand da Galeria Filomena Soares, é a presença portuguesa mais visível nesta SP-Arte. A sua inclusão no sector Repertório é um passo importante para o reconhecimento da artista no Brasil, que se consolidará brevemente, antecipa ao PÚBLICO o galerista Manuel Santos, com a chegada à Pinacoteca de São Paulo da retrospectiva organizada pelo Museu de Serralves, depois das visitas a Paris (Jeu de Paume) e a Bruxelas (Wiels).

Mesmo em frente, num espaço que João Azinheiro, possivelmente o galerista mais requisitado de toda a feira, diz “por piada” ser “pela primeira vez maior do que o da Filomena Soares”, a Kubikgallery tem à venda obras de Pedro Tudela, Valter Ventura, Pedro Vaz e Sérgio Fernandes.

E mesmo fora dos stands destas galerias, e das que no piso de baixo levam ao sector Solo individuais de Bruno Cidra, Dalila Gonçalves e Gabriel Abrantes, é possível continuar a acrescentar pontos ao mapa português da SP-Arte: numa ronda não exaustiva, o PÚBLICO encontrou João Louro na Luciana Caramelo, João Maria Gusmão e Pedro Paiva na Fortes D’Aloia e Gabriel, Leonor Antunes na kurimanzutto, Fernanda Fragateiro e Carlos Bunga na Elsa Benítez, e até Joana Vasconcelos num canto escondido da Athena.