Homem descobre que não é pai de criança e reclama indemnização à progenitora

O autor da acção pede que seja decretado que não é o pai da menor e, consequentemente, esta deixe de poder usar o seu apelido.

Foto

Um homem descobriu, após 15 anos, não ser pai da criança que tinha registado como sua filha e pede, em acção no Tribunal de Aveiro, uma indemnização de quase 17 mil euros e a alteração do assento de nascimento.

A verdade faz-nos mais fortes

Das guerras aos desastres ambientais, da economia às ameaças epidémicas, quando os dias são de incerteza, o jornalismo do Público torna-se o porto de abrigo para os portugueses que querem pensar melhor. Juntos vemos melhor. Dê força à informação responsável que o ajuda entender o mundo, a pensar e decidir.

Um homem descobriu, após 15 anos, não ser pai da criança que tinha registado como sua filha e pede, em acção no Tribunal de Aveiro, uma indemnização de quase 17 mil euros e a alteração do assento de nascimento.

Na acção de impugnação de paternidade, a que a Lusa teve acesso, o homem alega que "aperfilhou a criança convicto que seria o pai", o que descobriu não ser verdade, após o resultado de um teste de paternidade.

Na acção, que deu entrada no Tribunal de Família e Menores de Aveiro, o autor pede que seja decretado que não é o pai da menor e, consequentemente, esta deixe de poder usar o seu apelido.

Pretende ainda que a ex-companheira seja condenada a pagar uma indemnização de quase 17 mil euros, sendo 10 mil euros por danos não patrimoniais e 6.350 euros relativos à pensão de alimentos da menor.