Ministro diz que serviços mínimos não vão "aligeirar" impacto da greve na TAP

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Ministro da Economia, António Pires de Lima, está em Xangai Rui Gaudêncio

"Os serviços mínimos não permitem nem pouco mais ou menos aligeirar o impacto, para a economia portuguesa, de uma greve com estas características", disse o ministro Pires de Lima aos jornalistas, quando questionado sobre a greve dos pilotos da TAP e da Portugália, à saída da abertura do XXIII fórum da AICEP - Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa, no Palácio Nacional de Queluz.

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"Os serviços mínimos não permitem nem pouco mais ou menos aligeirar o impacto, para a economia portuguesa, de uma greve com estas características", disse o ministro Pires de Lima aos jornalistas, quando questionado sobre a greve dos pilotos da TAP e da Portugália, à saída da abertura do XXIII fórum da AICEP - Associação Internacional das Comunicações de Expressão Portuguesa, no Palácio Nacional de Queluz.

O ministro acrescentou ainda que a TAP "não pode estar refém de um conjunto de dirigentes sindicais e um consultor", acrescentando que lamenta a insistência na greve, marcada para os dias de 1 a 10 de Maio. "Lamento que a direcção do sindicato dos pilotos insista nesta greve, não honrando a palavra que deu aos outros sindicatos, ao Governo e à administração da TAP, no acordo que assinámos no dia 23 de Dezembro", sublinhou.
Pires de Lima disse também estar "muito preocupado" com os efeitos da greve na companhia aérea e no setor do turismo.

Os pilotos da TAP marcaram uma greve, entre 1 e 10 de Maio, por considerarem que o Governo não está a cumprir o acordo assinado em Dezembro de 2014, nem um outro, estabelecido em 1999, que lhes dava direito a uma participação no capital da empresa no âmbito da privatização.