Juros da dívida sobem após anúncio de demissão de Portas

Mercados reagem com mais 0,25 pontos percentuais na taxa de juro da dívida pública a 10 anos. Bolsa já tinha fechado

Por volta das 16h30, pouco depois de se começar a saber da decisão do líder do CDS/PP, as taxas de juro das obrigações a 10 anos passaram, durante a primeira meia hora, de 6,524% para 6,62%, um acréscimo de aproximadamente 0,1 pontos percentuais. Depois continuaram a escalada para 6,781, o que significa que no total a subida foi de aproximadamente um quarto de ponto.

Antes disso, a dívida portuguesa já tinha estado sob pressão, com um desempenho mais negativo do que a Espanha, Itália e Irlanda, no dia seguinte à demissão de Vítor Gaspar, o ministro das Finanças. A expectativa de uma crise política grave em Portugal pode lançar nos mercados um clima de incerteza em relação ao que irá acontecer ao programa de ajustamento acordado com a troika.

Não houve, na Bolsa de Lisboa, qualquer reacção à demissão de Portas, uma vez que esta só foi conhecida muito perto do fecho da sessão.

 
 
 
 

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Por volta das 16h30, pouco depois de se começar a saber da decisão do líder do CDS/PP, as taxas de juro das obrigações a 10 anos passaram, durante a primeira meia hora, de 6,524% para 6,62%, um acréscimo de aproximadamente 0,1 pontos percentuais. Depois continuaram a escalada para 6,781, o que significa que no total a subida foi de aproximadamente um quarto de ponto.

Antes disso, a dívida portuguesa já tinha estado sob pressão, com um desempenho mais negativo do que a Espanha, Itália e Irlanda, no dia seguinte à demissão de Vítor Gaspar, o ministro das Finanças. A expectativa de uma crise política grave em Portugal pode lançar nos mercados um clima de incerteza em relação ao que irá acontecer ao programa de ajustamento acordado com a troika.

Não houve, na Bolsa de Lisboa, qualquer reacção à demissão de Portas, uma vez que esta só foi conhecida muito perto do fecho da sessão.