• A confirmarem-se as suspeitas, estaremos na presença de situações graves que afectarão a reputação do nosso país.

  • A ascensão de Nuno Crato ao poder foi promovida por duas vias: o seu populismo discursivo, de que a desejada implosão do ministério foi paradigma, e a influência poderosa de grupos para quem a Educação é negócio.

  • Avaliações, rankings, cessação de contratos, horários zero, agrupamentos e mega-grupamentos, mudanças de programas, agressões a docentes, aumento do número de alunos por turma, cheque-ensino ou, mais pomposamente, liberdade de escolha, exames para ingresso na carreira. Se juntarmos a tudo isto um Ministério empenhado em reduzir a importância da escola pública e uma federação sindical, a Fenprof, transformada no reduto de um conservadorismo corporativo insensato e perigoso podemos constatar que a educação em Portugal se transformou num campo minado onde falta tudo o que é essencial para que funcione.

  • Tudo sobre o desempenho das escolas nacionais nos diferentes níveis de ensino e a opinião dos melhores especialistas, num especial PÚBLICO/Universidade Católica do Porto.

  • Com base nesta falsa tabela classificativa, estou convencido de que não é sério dizer que a escola que ficou no primeiro lugar é a melhor e a que ficou em último é a pior, independentemente de ser pública ou privada.

  • Professores, pais e alunos, antigos e actuais, da secundária de Lisboa, juntam-se na terça-feira para uma gala de solidariedade, às 21h30 no Coliseu dos Recreios. Deixam uma promessa: não vão deixar cair o Camões.