Ranking das Escolas

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Se rankings multidimensionais não angustiam muita gente nem promovem brados de alegria noutros tantos, já as reacções postas em rankings como os da Dívida Soberana ou os da FIFA e da UEFA nã

  • Se rankings multidimensionais não angustiam muita gente nem promovem brados de alegria noutros tantos, já as reacções postas em rankings como os da Dívida Soberana ou os da FIFA e da UEFA nã

  • Como já o disseram muitos ministros da Educação: não me interessa a clivagem público/privado, o que importa são as boas e as más escolas.

  • Chumbar alunos é a medida mais fácil, menos exigente, e também menos eficaz que se pode utilizar num sistema que pretende ensinar.

  • Há 16 anos que os colégios se põem em bicos de pés para mostrarem os seus projectos. Já as escolas públicas, só pouco a pouco, perceberam que também elas têm coisas boas para mostrar.

  • Vila Cova lidera o “ranking alternativo” do ensino secundário. Há dez anos, a escola estava no fundo da tabela, mas tem feito um investimento para escapar aos constrangimentos da sua localização, na zona rural do concelho de Barcelos.

  • Os resultados nos exames nacionais têm um papel bastante menor do que aquilo que se esperaria na explicação do sucesso académico dos alunos no ensino superior.

  • Ainda assim, os dados dos rankings e outros não podem ser ignorados e podem ser um pequeno contributo para a reflexão interna das escolas.

  • Nem a educação é um mero produto, nem o processo de aprendizagem se reduz a um mero número.

  • Um bom ranking poderá trazer informações importantes que nos permitem melhorar o nosso sistema educativo, ainda que reconheçamos que todos os rankings têm limitações.