Tráfico de arte: “Agora todos podemos combater pessoalmente os terroristas”

Por trás de grande parte do roubo de obras de arte estão grupos de crime organizado e o terrorismo. Corrado Cattesi, coordenador da Unidade de Obras de Arte da Interpol, acredita que uma ferramenta tão simples e acessível como uma app pode agilizar o combate ao tráfico.

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Corrado Cattesi trabalha no combate ao tráfico de arte e antiguidades desde 2004 DR

Corrado Cattesi, um tenente-coronel dos Carabinieri, a polícia militarizada italiana, é o coordenador da Unidade de Obras de Arte da Interpol. Trabalha nesta área desde 2004. “Esta é a minha verdadeira paixão — as obras de arte, a luta contra o tráfico de propriedade cultural.” A sua missão é divulgar a mensagem de que o tráfico de obras de arte, artefactos e antiguidades não é uma história de ladrões de colarinho branco, nem de casaca, mas sim um crime violento, organizado e que financia o terrorismo.

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Corrado Cattesi, um tenente-coronel dos Carabinieri, a polícia militarizada italiana, é o coordenador da Unidade de Obras de Arte da Interpol. Trabalha nesta área desde 2004. “Esta é a minha verdadeira paixão — as obras de arte, a luta contra o tráfico de propriedade cultural.” A sua missão é divulgar a mensagem de que o tráfico de obras de arte, artefactos e antiguidades não é uma história de ladrões de colarinho branco, nem de casaca, mas sim um crime violento, organizado e que financia o terrorismo.