Água já escasseia no Alentejo mas a sede por mais água para regadio não pára de crescer

A bacia do Sado é o território que regista os mais baixos índices de armazenamento em charcas e barragens mas é a região com as mais densas e prolongadas manchas de olival, amendoal e vinha do Alentejo.

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Os sucessivos anos de seca colocam em risco a sustentabilidade de um modelo agrícola que assenta em culturas intensivas Miguel Manso

Os dias com sol e temperaturas ambiente a rondar os 20 graus centígrados, em pleno mês de Dezembro, vão proporcionando sobretudo à população reformada do Alentejo momentos aprazíveis e uma mais-valia na poupança de energia no aquecimento das habitações. No entanto, a Primavera antecipada tem custos na actividade agrícola. Grande parte das charcas e barragens que asseguram o abeberamento do gado estão sem água e as culturas de sequeiro, como o trigo, cevada, aveia, pastos e algumas leguminosas, não se desenvolvem e algumas já se perderam. Como a precipitação é escassa, os lençóis freáticos não estão a ser repostos.

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Os dias com sol e temperaturas ambiente a rondar os 20 graus centígrados, em pleno mês de Dezembro, vão proporcionando sobretudo à população reformada do Alentejo momentos aprazíveis e uma mais-valia na poupança de energia no aquecimento das habitações. No entanto, a Primavera antecipada tem custos na actividade agrícola. Grande parte das charcas e barragens que asseguram o abeberamento do gado estão sem água e as culturas de sequeiro, como o trigo, cevada, aveia, pastos e algumas leguminosas, não se desenvolvem e algumas já se perderam. Como a precipitação é escassa, os lençóis freáticos não estão a ser repostos.