“Novos idosos” precisam de serviços de apoio à vida autónoma e de casas adaptadas

Com o aumento da literacia e as novas tecnologias, a próxima geração de idosos vai ser diferente e é preciso preparar o país. Rede que integra quatro centros de referência do envelhecimento do país apresenta propostas à ministra da Segurança Social.

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Evitar a institucionalização e definir esquemas flexíveis de transição para a reforma entre as medidas Nelson Garrido

É preciso preparar o país para as novas gerações de idosos e isso implica uma mudança de paradigma. Ajudar as pessoas com mais de 60 anos a criar pequenos negócios, apoiar os mais velhos na adaptação das casas às suas necessidades, criar serviços de apoio à vida autónoma para evitar a institucionalização e definir esquemas flexíveis de transição para a reforma são algumas das propostas que a Rede Portuguesa de Envelhecimento Activo e Saudável apresenta esta segunda-feira à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa. 

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É preciso preparar o país para as novas gerações de idosos e isso implica uma mudança de paradigma. Ajudar as pessoas com mais de 60 anos a criar pequenos negócios, apoiar os mais velhos na adaptação das casas às suas necessidades, criar serviços de apoio à vida autónoma para evitar a institucionalização e definir esquemas flexíveis de transição para a reforma são algumas das propostas que a Rede Portuguesa de Envelhecimento Activo e Saudável apresenta esta segunda-feira à ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa.