Crónica de um prejuízo anunciado

A história, em datas e acontecimentos, de uma aventura com uma factura pesada para o Fundo de Resolução

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Daniel Rocha

Um dos últimos capítulos da história do BES é escrito através do Novo Banco, onde deixou buracos, que estão a ser tapados pela almofada de capital contingente, de 3,9 mil milhões de euros. No enredo não constam apenas enganos e decisões tardias e controversas, mas também pontas soltas. Onde todos são actores: Lone Star, gestão do Novo Banco, autoridades portuguesas e europeias — Banco de Portugal (BdP), Fundo de Resolução (FR), Banco Central Europeu (BCE) e Governo. A história de uma aventura com uma factura pesada para o Fundo de Resolução que, em 2019, chegou ao final com recursos próprios negativos de 7,020 mil milhões de euros, um agravamento de 906,6 milhões face ao inscrito no final de 2018. E as perspectivas não são melhores.

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Um dos últimos capítulos da história do BES é escrito através do Novo Banco, onde deixou buracos, que estão a ser tapados pela almofada de capital contingente, de 3,9 mil milhões de euros. No enredo não constam apenas enganos e decisões tardias e controversas, mas também pontas soltas. Onde todos são actores: Lone Star, gestão do Novo Banco, autoridades portuguesas e europeias — Banco de Portugal (BdP), Fundo de Resolução (FR), Banco Central Europeu (BCE) e Governo. A história de uma aventura com uma factura pesada para o Fundo de Resolução que, em 2019, chegou ao final com recursos próprios negativos de 7,020 mil milhões de euros, um agravamento de 906,6 milhões face ao inscrito no final de 2018. E as perspectivas não são melhores.