Geneticista português ajuda a “ilibar” pangolim no caso do SARS-CoV-2

Um novo estudo internacional, do qual fez parte o geneticista português Agostinho Antunes, analisou dois pangolins apreendidos na China – um deles infectado com um tipo de coronavírus. O estudo concluiu que é pouco provável que o pangolim tenha sido o hospedeiro secundário do SARS-CoV-2. Maior semelhança genética entre o coronavírus detectado nos morcegos e o novo coronavírus foi um dos motivos apontados.

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A carne de pangolim é considerada uma iguaria em países como a China e as suas escamas são usadas na medicina tradicional chinesa REUTERS

Em Fevereiro deste ano, cientistas da China anunciaram que o pangolim era um potencial hospedeiro secundário do novo coronavírus (SARS-CoV-2), sugerindo que a viagem da transmissão teria começado no morcego, seguido para o pangolim e chegado assim aos humanos. Agora, um novo estudo internacional, liderado pela Universidade Wenzhou-Kean, na província chinesa de Zhejiang, e pela Fundação para a Conservação da Biodiversidade e o Desenvolvimento Verde da China, no qual participou o geneticista português Agostinho Antunes, vem revelar que é pouco provável que o pangolim tenha sido o hospedeiro intermediário do vírus causador da covid-19 e apresenta vários motivos.

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Em Fevereiro deste ano, cientistas da China anunciaram que o pangolim era um potencial hospedeiro secundário do novo coronavírus (SARS-CoV-2), sugerindo que a viagem da transmissão teria começado no morcego, seguido para o pangolim e chegado assim aos humanos. Agora, um novo estudo internacional, liderado pela Universidade Wenzhou-Kean, na província chinesa de Zhejiang, e pela Fundação para a Conservação da Biodiversidade e o Desenvolvimento Verde da China, no qual participou o geneticista português Agostinho Antunes, vem revelar que é pouco provável que o pangolim tenha sido o hospedeiro intermediário do vírus causador da covid-19 e apresenta vários motivos.