Greve dos motoristas mantém-se até Antram apresentar contraproposta

O Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas e o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias estiveram reunidos, em Lisboa, com o ministro das Infra-estruturas, Pedro Nuno Santos. A greve mantém-se em cima da mesa.

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A greve dos motoristas de matérias perigosas mantém-se em cima da mesa pelo menos até sexta-feira, prazo-limite que os sindicatos deram à Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) para apresentar uma proposta que será votada pelos trabalhadores, foi anunciado esta segunda-feira.

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A greve dos motoristas de matérias perigosas mantém-se em cima da mesa pelo menos até sexta-feira, prazo-limite que os sindicatos deram à Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) para apresentar uma proposta que será votada pelos trabalhadores, foi anunciado esta segunda-feira.

O Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e o Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias estiveram esta tarde reunidos, em Lisboa, com o ministro das Infra-estruturas, Pedro Nuno Santos.

À saída do encontro, o assessor jurídico do SNMMP, Pedro Pardal Henriques, garantiu aos jornalistas que a greve vai manter-se até a Antram apresentar “uma contraproposta” que, a concretizar-se, será votada na “sexta-feira, no plenário”.

As duas estruturas já tinham estado esta manhã no Ministério das Infra-estruturas e da Habitação.

A greve convocada pelo SNMMP e pelo Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), que começa na próxima segunda-feira, dia 12, por tempo indeterminado, ameaça o abastecimento de combustíveis e de outras mercadorias.

O Governo terá de fixar os serviços mínimos para a greve, depois de as propostas dos sindicatos e da Antram terem divergido entre os 25% e os 70%, bem como sobre se incluem trabalho suplementar e operações de cargas e descargas.